Agentes que aprendem qualquer sistema legado como um operador humano: navegam telas, preenchem formulários e executam workflows — sem API, sem fila de TI.
O agente é treinado a partir da própria operação: vê o processo sendo feito, aprende a intenção de cada passo e passa a executá-lo.
O agente acompanha a execução humana e mapeia telas, campos e decisões.
O passo a passo vira um procedimento com condições, exceções e critérios de conclusão.
Roda com supervisão até atingir a taxa de acerto acordada.
Passa a executar em produção, escalando exceções para o time quando foge do previsto.
Reconhece o objetivo do campo, não a coordenada do pixel — mudança de layout não quebra a automação.
Quando o caso foge do padrão, decide dentro da política ou escala com contexto, em vez de parar.
O procedimento vem da observação do processo real, não de um desenvolvedor descrevendo cada clique.
Executa no sistema enquanto o CX Agent conversa com o cliente, no mesmo atendimento.
Não há robô para reconstruir a cada release do sistema alvo.
A interoperabilidade é a ponte entre a decisão do agente e o sistema que não tem porta de entrada programática.
Registra acordo e baixa no core sem esperar a integração formal entrar no roadmap.
Executa emissão e endosso em portais externos que nunca terão API disponível.
Encerra ordens de serviço em sistema desktop a partir do resultado do atendimento.
Onde existe interface, existe integração. Onde já existe API, a plataforma usa a API — a camada de interoperabilidade é para o resto.
O agente opera com credencial nominal, perfil restrito e trilha completa — o mesmo controle aplicado a um operador humano.
O reconhecimento é por objetivo do campo. Mudanças de layout normalmente não exigem intervenção.
Não. Quando existe API, ela é a primeira escolha. Esta camada resolve onde API não existe ou não chega a tempo.
Em geral, dias de observação e validação assistida antes da operação autônoma.
Escolha o processo mais travado da sua operação. Na demonstração, mapeamos como o agente executaria esse fluxo.